QUARTO CAP.
E no MSN, resolvi conversar com a minha velha e fiel escudeira Thereza:
- preciso saber, necessito! – pausei – a minha curiosidade é tão forte, mas tão grande que você não sabe o quanto espero.
- eu sei. – ela tentava me acalmar. – não se desespere!
- o que farei agora?
- eu não sei minha amiga.
- já sei, vou pra balada hoje... E quem sabe, ele não esteja lá! Por outro lado não vai ser nada mal, hein? – era isso!
- boa idéia, você tem ótimas idéias, sempre..
- E aproveito e junto você com aquele gelatina, muito bom ser cupido!
- a gente tá brigado, e por sua causa.. ele não vai querer falar comigo, nem quero saber dele mais, esquece isso!
- Se foi por minha causa, agora que resolverei...
Fomos nos arrumar, coloquei um vestido colado e fiz uma maquiagem de arrasar! Tava tudo saindo bem, só faltava escolher o perfume, optei pelo gel doce... uma coisa doce iria me cair bem, e pra fechar de chave de ouro coloquei um gloss de leve, não daqueles que cola na boca que nem chiclete. A noite seria incrível, e seria mais se o encontrasse. – o garoto da bermuda xadrez
Nem dancei na balada, mas tentei alguns gatos me chamavam pra dançar, eu falei que não sabia e insistiram pra que meu pé pisassem... Fazer o quê?
Enquanto Thereza dançava com o gelatina, fiquei chamando o gelatina de mole com os lábios.. e ele começava a rir, depois dizia com os lábios: me aguarde! – tentador, não é? – comecei a rir cavaladas por dentro e contendo-me para não rir em público. Finalmente eles ficaram, gelatina deixou de ser mole e Thereza estava bem. Agora só eu ficava pra titia, à espera do meu amado garoto do ponto ônibus... Será que ele viria com um cavalo branco e me resgataria da tirania que me cercava de tantos concorrentes? – isso seria demais! – literalmente. Avistei um garoto muito parecido, só que ele era baixinho... Maior do que eu, mas era médio. O nome dele era: Rodolpho e fui fiquei olhando pra ele, não falei nada... mas ele também ficava olhando, deixei para lá!
Enquanto Thereza dançava com o gelatina, fiquei chamando o gelatina de mole com os lábios.. e ele começava a rir, depois dizia com os lábios: me aguarde! – tentador, não é? – comecei a rir cavaladas por dentro e contendo-me para não rir em público. Finalmente eles ficaram, gelatina deixou de ser mole e Thereza estava bem. Agora só eu ficava pra titia, à espera do meu amado garoto do ponto ônibus... Será que ele viria com um cavalo branco e me resgataria da tirania que me cercava de tantos concorrentes? – isso seria demais! – literalmente. Avistei um garoto muito parecido, só que ele era baixinho... Maior do que eu, mas era médio. O nome dele era: Rodolpho e fui fiquei olhando pra ele, não falei nada... mas ele também ficava olhando, deixei para lá!
No final da balada, o amigo da Thereza fez uma pergunta diretamente pra mim e aos meus amigos que estão ao redor:
- O que será que tem dentro da boca dela? – ele falou.
- Dentes. – Fred falou rindo que nem pateta
- o QUÊ? – os outros falaram em côro
- uma língua, deixa eu provar? – ele falou. Sim ele estava bêbado, pior de tudo: foi horrível e absurdamente engraçado!
A mãe da Thereza havia chegado e fui me despedir do meu amigo Fred. Dei um beijo no seu rosto e ele virou o rosto! – sabe o que fiz? – virei o rosto rapidamente em fração de segundos e dei um tapa na cara dele... Ele ficou em móvel durante 5minutos, tive que dá outro tapa na cara e ele acordou. O engraçado foi que ninguém viu, só o menino que estuda com ele que estava do lado, que ficou boquiaberto e não parava de rir, eu não conseguir ficar com raiva do Fred, não conseguiria ficar com raiva nem de uma mosca.
A minha vontade era rir a noite inteira, e foi isso que fiz... E o garoto da bermuda xadrez ainda iria descobrir se era o Rodolpho e se fosse, seria uma boa.
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